Me pediram encarecidamente que escrevesse mais, pois já tem tempo que não atualizo o blog (na verdade perguntaram se eu tinha desistido, não pediiiram de verdade). Aqui estou, tentando pensar em algo para escrever.
Nada me ocorre.
Esse blog é assim mesmo.
Dissertarei então sobre as minhas últimas 3 horas.
Fui ao Shopping Iguatemi (agora são 10 da noite, 3 horas atrás eram 7, quem mora em Salvador entende o que é 7 da noite em direção ao Iguatemi) para comprar roupas, algo que nunca dei muita importância, mas é bom andar vestido se não quiser ser preso. Fui à Riachuelo (pode citar nomes assim?) e procurei artigos que me agradassem: calças resistentes, camisas úteis e um cinto. Este último talvez tenha sido a minha melhor compra.
Enfim, enquanto estava eu escolhendo peças de roupa, me vem uma funcionária feliz demais oferecendo um cartão da loja, no qual teria vantagens únicas e poderia rir de que não tem um.
Eu vestia o Manto Sagrado e ela resolveu brincar com meu time, para se incluir na conversa. Juro que tentei ser simpático.
Depois de eu dar meus dados (lá ele) e ela levar meu RG para formular o tal cartão, vaguei procurando mais coisas que me fossem agradáveis enquanto minha irmã mais nova se divertia na ala feminina, babando em sapatos que duvido eu que ela chegue a usar mais de três vezes. Tentei ligar para ela para que pudesse me dizer onde estava (lojas de vários andares são shopping's dentro de shopping's). Chamou até cair na caixa. Quatro vezes. Não se você, mas me irrita as pessoas que não atendem celular porque esqueceram na bolsa e a bolsa foi esquecida com alguém.
Quando a encontrei, não pude perder a chance de descontar a minha raiva do dia todo em alguns esbravejos. Recebi outros em troca e a raiva do dia agradeceu o aumento. Amor fraternal.
Me dirigi ao local onde o cartão é impresso.
Nada ainda.
Resolvi reclamar.
Não mudou muito.
Decidi desistir do cartão.
A coisa começou a andar.
Para passar os mesmos dados que a atendente feliz demais esreveu em 5 minutos, a mulher do balcão levou 20 para digitar e constatar que o sistema estava com um pequeno defeito e que iria demorar um pouco mais. Maldito seja o sistema. Sempre é culpa do sistema.
Depois de um pouco mais de impaciência e reclamações da minha parte, o cartão chegou. Ótimo, fui comprar as tais roupas.
No balcão de pagamento, já que fui muito rápido para escolher minhas coisas (homens são práticos, queridas), encontro um buraco na bermuda que tinha acabado de pagar (tá, ser prático não implica em ser cuidadoso). A bermuda era verde, troquei por um preta de mesmo valor, marca e tamanho. A moça disse que talvez não poderia "estar trocando" a mercadoria, por causa da cor (olha o preconceito com os verdes).
Nesse instante olhei para ela e não pisquei.
Ela aceitou a troca e pediu desculpas.
Faz mau ser educado?
quinta-feira, 23 de abril de 2009
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snif... snif...;
ResponderExcluirsão os males dessa sociedade capitalista presa a uma burocracia enraizada que tem como simples objetivo lesar suas proprias camadas de sustento num ciclo de auto destruição que de vez em quando gera uma crise que "fode o baba" e exige que se recomece tudo de novo sem que se mude nada. Ou não.
quem manda vc escolher uma vendedora dominada pela força amarela?
ResponderExcluirainda bem q ela sabe q num pode concorrer com a força verde!
senão ela num aceitaria o preto!
tentaria continuar a lhe corromper com algo amarelo (mas, pelo menos num deixou vc se fortalecer com algo ainda mais verde!)